Conheça 4 das piores sogras da história

11:42 | da Redação
Confira uma seleção de sogras que vão fazer a sua parecer um anjo de candura.

1. Catarina de Médici


Sogra de várias personalidades históricas — entre elas Isabel de Áustria, Maria da Escócia e Henrique IV da França, de quem vamos falar a seguir —, Catarina de Médici não era uma mulherzinha nada fácil! Ela se casou com Henrique II da França no século 16, e os dois tiveram 11 filhos, dos quais sete chegaram à idade adulta. O pior é que Catarina não se limitava a atormentar apenas os cônjuges de seus descendentes...

Foi Catarina quem obrigou sua filha Margarida de Valois a se casar com Henrique IV da França, pretendente que a moça detestava. Ela fez isso apesar de também sentir uma enorme antipatia pelo rapaz — e simplesmente odiar a mãe dele, Joana de Navarra. Aliás, a animosidade entre as duas mulheres era notória, e Joana costumava escrever cartas indignadas ao filho descrevendo o comportamento desagradável Catarina.
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No entanto, por alguma razão, todos concordaram em seguir adiante com o casório — que, convenhamos, não tinha nada para dar certo! —, e Henrique e Margarida se casaram em Paris. Contudo, Joana de Navarra não pôde comparecer às bodas, pois faleceu pouco antes da cerimônia. Coincidentemente, a mãe do noivo bateu as botas depois de ganhar um par de lindas luvas (supostamente envenenadas) de Catarina.

2. Bona Sforza d'Aragona


Bona foi uma rainha polonesa do século 15 que foi um verdadeiro pesadelo para suas noras. Casada com Sigismundo I, o Velho, ela teve seis filhos, dos quais apenas um era menino — seu favorito, Sigismundo Augustus. Como você pode imaginar, Bona não ficou nada satisfeita quando o rapaz decidiu se casar com Isabel de Habsburgo. Aliás, ela ficou feliz da vida quando a pobre moça faleceu em circunstâncias estranhas apenas dois anos após o casamento.

Só para contrariar a mãe, Sigismundo decidiu se casar novamente algum tempo depois com Bárbara Radziwill. Entretanto, quando a noiva acabou morrendo de forma suspeita somente cinco meses após se casar com o jovem monarca, as suspeitas se voltaram imediatamente para Bona, e ela inclusive chegou a ser acusada de envenenar a nora. A sogra malvada escapou de ser punida, mas seu filho querido jamais a perdoou e os dois nunca se reconciliaram.

3. Sara Delano Roosevelt


Mãe de Franklin Delano Roosevelt, o 32º presidente dos EUA, Sara fez tudo o que podia para impedir o casamento de seu único filho com Eleanor, uma prima distante dele. Ao falhar, ela focou toda a sua energia em tornar a vida da pobre moça um martírio. Para começar, a sogra construiu uma casa para os dois como presente de casamento — e fez uma residência idêntica para ela que ficava anexa à do casal e de onde ela podia vigiar a nora bem de perto.

Depois do casório, Sara obrigou Eleanor a desistir de todos os seus interesses e se dedicar exclusivamente a cuidar da casa, das crianças e de todas as necessidades de Franklin. A sogra, morando tão perto do casal, fez questão de supervisionar tudo o que a nora fazia até o fim de seus dias.

O pior é que ela teve tempo de sobra para fazer isso: considerando que Franklin e Eleanor se casaram em 1905 e que Sara faleceu em 1941, isso significa que a nora teve que aturá-la por mais ou menos de 36 anos!

4. Maria Feodorovna Romanova


Casada com o Alexander III da Rússia, Maria Feodorovna foi mãe do último Czar russo, Nicolau II, e detestava sua esposa, Alice de Hesse e Reno. Na verdade, Maria se opôs à união do filho desde o início, alegando que a pretendente era uma péssima escolha, mas o jovem ignorou as objeções da mãe e se casou no dia do aniversário dela.

Depois de se casar com Nicolau, Alice adotou o nome Alexandra Feodorovna e se tornou Imperatriz Consorte da Rússia. No entanto, Maria, sua sogra, se recusou em renunciar às joias da coroa e fez de tudo para ofuscar a czarina publicamente, além de competir incansavelmente com ela pela atenção de Nicolau.

Alice teve que aturar a sogra durante 24 anos — até que ela, seu marido e filhos foram assassinados pelos bolcheviques. Maria, por sua vez, viveu por mais 10 anos no exílio após a execução da família real russa.

Fonte: History

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