Quem são as pessoas que estampam marcas famosas?

10:45 | da Redação
Você já parou pra pensar que, de tempos em tempos, acaba levando um pessoal pra dentro da sua casa sem nem saber o nome delas. Acontece rápido, às vezes depois de uma passada no mercado, em outras logo após uma parada no Drive-thru. Mas elas estão lá. São os rostos estampados em embalagens de alimentos que acompanham a vida dos brasileiros há algumas décadas.

Mas não tem problema, não precisa se incomodar. Explicamos quem são algumas das pessoas que servem de propaganda para as mais diversas marcas. Dá pra chamar pelo nome antes de colocar no armário.

Quaker


Há 135 anos, o fictício "Larry" é o personagem-símbolo da Quaker. Recentemente, passou por um rejuvenescimento: sua imagem ficou mais magra e os cabelos, mais arrumados

Casa do pão de queijo


A simpática senhora tem nome (e sobrenome): é Arthêmia Carneiro. Nascida em Monte Alegre, Minas Gerais, ela é mãe do fundador da rede de pães de queijo – e também responsável pela receita do alimento que dá nome à loja. Vovó Arthêmia, como era chamada, faleceu eu 1997, aos 92 anos.

Gina


Aqui são necessárias duas perguntas. A primeira é: quem é a moça? O nome dela é Zofia Burk. Polonesa que vive em São Paulo desde os 5 anos de idade, topou um trabalho como modelo e virou o rosto da marca de palitos de dente. Em entrevista à Veja São Paulo afirmou que não sabia que viraria logotipo, e que até pensou em processar a fábrica que usa seu rosto.

É por isso que aparece a segunda questão: Quem é a tal da Gina? No caso, esse era o apelido de Rosa Del Nero Rela, mãe dos fundadores da empresa.

KFC


Não, o homem que estampa os baldes de frango frito não tem um nome cujas iniciais são K, F e C. Na verdade, o nome da marca é uma sigla para Kentucky Fried Chicken (Frango Frito de Kentucky, estado americano onde foi aberta a primeira loja da franquia).

Mas sim, o homem do frango é o fundador da rede. Seu nome é Harland David Sanders, ou Coronel Sanders para os fãs mais apaixonados. Sanders faleceu em 1980, aos 90 anos de idade.

Moça


A camponesa fazia parte do rótulo do leite condensado desde que ele era importado pela Nestlé. A personagem fictícia acabou servindo de inspiração para o nome do produto quando ele começou a ser fabricado no Brasil

Ronald McDonald


Alô, criançada, o Ronald chegou. O palhaço do fast food não foi inspirado em uma pessoa, mas em outro personagem, ele mesmo, o palhaço que agitou o Brasil nos anos 1980: Bozo.

Williard Scott fazia o papel do Bozo na televisão americana. O personagem, como se pode imaginar, era megapopular. Foi quando a loja de hambúrgueres entrou em contato com ele e pediu que criasse um palhaço que curtisse comer uns lanches.

O resultado foi absolutamente assustador. A primeira versão do personagem tinha uma caixa quadrada como chapéu e um copo de refrigerante no lugar do nariz. A voz também não era infantilizada. A coisa toda parece ter saído da Deep Web. Veja o primeiro comercial abaixo.

Dr. Oetker


A imagem que estampa as embalagens da marca alemã é a silhueta de uma mulher. Alguns rumores dizem que era a imagem da filha do artista que desenhou o logotipo; outros, que era uma funcionária da empresa

Velho Barreiro


O sorriso de Mona Lisa do senhor que estampa carnavais Brasil a fora não é à toa. É capaz que ele seja o próprio responsável pela obra. O rosto tem semelhanças inegáveis com o retrato de Leonardo da Vinci, pintado por Raffaello Morghen no século XVIII.

O nome também é um mistério. É possível que o tal do Velho nem fosse uma pessoa, mas um pássaro. Acredita-se que um antepassado da família Höffer, responsável pela marca, tinha um joão-de-barro apelidado de Velho Barreiro.

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